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Uma Breve História do Álcool

Foto do escritor: Time AcurarTECHTime AcurarTECH

O álcool é a droga psicoativa mais utilizada pela humanidade. Em 385 A.C., Hipócrates descreveu o uso do álcool como um fator predisponente a várias doenças. Na Europa e nos Estados Unidos, o consumo de álcool aumentou consideravelmente após a Revolução Industrial. Em função das consequências desse novo uso abusivo e dos problemas decorrentes a ele, a opinião pública pressionou os cientistas da época a desenvolverem pesquisas. O conceito de alcoolismo só surgiu no século XVIII, logo após a crescente produção e comercialização do álcool destilado, consequente à revolução industrial.

Destacaram-se dois autores no século XVIII: Benjamin Rush e Thomas Trotter. O primeiro, psiquiatra americano, foi responsável pela frase: “Beber inicia um ato de liberdade, caminha para o hábito e, finalmente, afunda na necessidade”; e o segundo foi quem, pela primeira vez, referiu-se ao alcoolismo como doença. Em 1849, o sueco Magnus Huss introduziu o conceito de “alcoolismo crônico”, estado de intoxicação pelo álcool que se apresentava com sintomas físicos, psiquiátricos e mistos.

O alcoolismo foi incluído no Manual de Diagnóstico e Estatístico das Desordens Mentais (DSM-I) da Associação Psiquiátrica Americana (APA) em 1952. A segunda edição desse manual (DSM-II) seguiu a Classificação Internacional das Doenças (CID-8) da Organização Mundial de Saúde (OMS), que dividia os problemas em três categorias: dependência, episódios de beber excessivo (abuso) e beber excessivo habitual. Em 1970, Edwards e Gross propuseram o conceito de “Síndrome de Dependência de Álcool”. Em 1977 a OMS adotou a definição de dependência de álcool como um problema grave e contínuo.


 
 
 

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